Buscar

Madeira nobre, mogno africano se torna investimento de longo prazo com bons retornos para produtores brasileiros

segunda-feira, junho 15, 2020

Madeira nobre, mogno africano se torna investimento de longo prazo ...

Um cultivo que leva 20 anos. E tem agricultor investindo nele: é o mogno africano, que tem produções também no Brasil, nas savanas de Roraima e no cerrado de Minas Gerais.

O mogno africano é madeira nobre, parente do mogno brasileiro, que tem plantio e corte limitados pois está na lista de espécies ameaçadas. Atualmente, o corte da árvore natural do Brasil é permitido apenas por empresas com certificação e plano de manejo.

O plantio do mogno africano vem para suprir a demanda pela madeira valorizada, e tem vantagem por não sofrer as restrições de corte e ter boa produtividade.

Na plantação de Ricardo Tavares, em Minas Gerais, são 500 hectares de mogno africano. Ele é um dos pioneiros no plantio da árvore no Brasil e dedicou parte da área para uma coleção com 17 espécies, tentando demonstrar por que escolheu o mogno africano em relação ao cedro australiano, ao nim, ao ipê, ao jatobá, à teca e ao mogno brasileiro.

“Aqui está claramente demonstrado que o mogno africano teve um desenvolvimento muito maior que as outras espécies de madeira que plantamos aqui”, afirma Tavares.

A maior parte do plantio de mogno africano no Brasil tem hoje entre 5 e 10 anos. A árvore cresce até atingir cerca de 15 metros de altura e depois se desenvolve para os lados. Até atingir uma medida ideal para o corte: a árvore deve ter em torno de 1,5 metro de circunferência.

Na hora do manejo, é essencial definir o espaçamento entre as mudas, uma das primeiras decisões que o produtor precisa tomar na hora de implantar uma área florestal. É esse espaçamento que vai definir, no futuro, a idade do corte e o volume de madeira por hectare.

Segundo Tavares, um projeto como esse, que leva 20 anos para ser concluído, custa em torno de R$ 70 mil por hectare. Ele acredita que nessa plantação vai conseguir 400 metros cúbicos de tora por hectare — com o preço da tora a US$ 400, o rendimento seria em torno de US$ 160 mil dólares por hectare, o que dá atualmente cerca de R$ 800 mil.

Enquanto aguarda o retorno de longo prazo desse investimento, Tavares mantém outros cultivos, como uma plantação de café.

Investimento e manejo

Embora demorado, o cultivo do mogno africano é descomplicado e pode trazer alto rendimento. A madeira pode ser cortada sem a necessidade de autorização.

Apesar disso, o financiamento para o investimento inicial da floresta pode ser complicado, por não existirem linhas de crédito específicas nos bancos para esse cultivo.

“A hora que chega lá [no banco] e fala, ‘olha, minha cultura precisa de 18 anos de financiamento’, existe um susto”, explica Patrícia Fonseca, diretora da Associação Brasileira de Produtores de Mogno Africano. “A instituição financeira brasileira não está acostumada com isso e não gosta de correr risco”.

O plantio do mogno é considerado simples. Na fazenda Boa Esperança, em Minas Gerais, o cultivo foi feito sem irrigação, o que reduz os custos. “São R$ 6,5 mil por hectare a implantação. A estratégia é plantar 25 hectares ao ano de maneira perpétua. À medida que chega na época da colheita final, nós teríamos o fechamento desse ciclo e aí replanta 25 hectares”, explica o agrônomo Paulo Sabonge.

Um dos poucos problemas da plantação, em termos de praga, é a broca. Mas as árvores conseguem se proteger, expelindo uma resina que protege a madeira. De acordo com o agrônomo, o único controle acentuado que é necessário é o de formigas.

Plantação em Roraima

O primeiro cultivo de mogno africano em Roraima é dos irmãos Marcello e Eduardo Guimarães. Cariocas, eles vêm da área de tecnologia, mas decidiram investir no campo.

Eles têm uma área de 2 mil hectares na fazenda, somando 1,8 milhão de árvores. A área escolhida foi uma região mais árida da Amazônia, bem próxima à capital do estado, Boa Vista, chamada na região de lavrado.

“Nós estamos numa área de savana, que se assemelha muito ao cerrado do Planalto Central. Esses solos quimicamente são muito pobres, são solos com baixa fertilidade natural”, explica o agrônomo José Frutuoso do Vale Júnior, que é especialista em solos e acompanhou a implantação da floresta.

O solo da região teve de ser construído: primeiro com um consórcio de leguminosas e depois algumas espécies de capim, para aumentar a quantidade de matéria orgânica. Além disso, eles precisaram encontrar uma maneira de quebrar a dormência das sementes e por isso investiram em viveiros de mudas.

A espécie escolhida foi a Khaya Senegalensis, segundo Marcello Guimarães é que a melhor se adaptou à região. “ A condição aqui é muito diferente. Muito vento durante uma época muito grande, uma seca muito forte e, de repente, uma chuva, que é uma chuva de monções, parece que o mundo vai desabar”, diz. “Tem que se adaptar senão a planta não resiste”.

A fazenda dos irmãos trabalha com um parceiro, o paranaense Anderson Gibbert, que comprou terras em Roraima pelo baixo custo. O plantio é feita nas terras dele e isso gera créditos de reposição florestal, que podem ser vendidos a empresas da região que desmataram indevidamente e precisam de regularização junto a órgãos ambientais.

A venda dos créditos ajuda no início do plantio. O dono das terras fica com 20% dos rendimentos. “A gente recebe, logo após o plantio, na faixa de R$1,2 mil por hectare em crédito”, diz Gibbert.

Os cortes da maneira são previstos aos 6 anos, aos 9 anos e aos 12. A expectativa é que o corte final seja feito depois de 17 anos após a implantação.

A fazenda conta 27 funcionários trabalhando para fazer o semeio — 15 deles são venezuelanos. Com a crise do coronavírus, a atividade nos viveiros que preparam as mudas ficou parada por um mês, mas já recomeçou, com cuidados como distância e uso de máscara. Ninguém foi demitido no período.

Tecnologia para acompanhar e plantar

Para acompanhar o crescimento das árvores, os irmãos investiram num sistema de monitoramento via satélite, que permite a visualização em tablet ou smartphones.

Também foi desenvolvida uma máquina na fazenda para plantar 3,6 mil mudas por hora. A máquina retira as sementes do tubo e alinha a implantação no chão, informando o sistema com captura de localização de GPS. Isso permite ter um inventário de cada árvore para fazer planos de manejo e informar órgãos ambientais.

Até agora, já foram investidos R$ 12 milhões no projeto. O mogno que foi plantado em 2001, em uma área de 18 hectares, e extraído agora, é avaliado em R$ 2,6 mil por metro cúbico. Se deixar a madeira secar, o preço triplica.

O risco do fogo e o futuro da floresta

Na plantação de Roraima, o maior risco é o fogo, algumas vezes causado de maneira criminosa.

Para evitar o problema, os produtores testam a técnica de agrofloresta, que consiste em um consórcio das árvores de mogno com mandioca, banana e outras espécies produtivas. A agrofloresta demanda mais trabalho constante, então reduz os riscos de incêndio porque há pessoas com maior frequência na área.

A ideia também beneficia os animais que vivem mais afastados. A bióloga Eliza Costa estuda a fauna da região há dois anos e já percebeu as mudanças.

“Já encontramos pegadas de onça, encontramos tatu, tamanduá bandeira”, diz ela, reiterando que essa seria uma área de plantação mais baixa, mas que consegue ter mais vida por causa da agrofloresta.

Para os irmãos, a meta inicial, de plantar 40 mil hectares de mogno em 10 anos, está mudando. Eles agora querem mais diversidade: combinar o mogno com árvores da região como jatobá, ipê, figueira branca ou taperebá. O mogno cresce e passa pelos desbastes, enquanto que as árvores nativas seriam usadas para gerar renda com bioextratos, matérias que podem ser usadas em laboratórios e na indústria de remédios.

Dessa maneira, os produtores têm esperança de que o mogno africano possa ser usado para a preservação das árvores brasileiras, retirando um pouco da pressão hoje sobre a Amazônia.

Confira aqui a reportagem.

Fonte: Portal G1

Veja também:

0 comentários

Agradecemos seu comentário! Volte sempre :)

Categorias

Abastecimento (27) ABC Plan (1) abiotic stresses (1) Abiove (10) ácaros (1) acerola (2) acordo (1) Acordo Internacional (43) Acrocomia aculeata (78) açucar (1) Adubação (2) adubos (2) Adubos organominerais (1) Africa (2) agribusiness (25) Agricultura (456) Agricultura 4.0 (16) agricultura familiar (4) agricultura orgânica (3) agriculture (43) agrochemistry (1) Agroenergia (182) agroenergy (6) Agroindústria (57) agroindustry (1) Agronegócio (365) Agropecuária (78) Água (25) Àgua (1) air pollution (1) algodão (1) Alimentação Saudável (26) Alimentos (388) amazon (3) Amazônia (85) Ambiente (1) Ambition 2030 (1) amêndoas (1) amendoim (2) ANDA (1) animal breeding (2) animal health (1) animal nutition (1) animal production (3) ANP (113) anvisa (1) aplicação de insumos (1) APPs (2) Aprobio (1) aquaculture (2) aquecimento global (3) aquecimento golbal. (1) argentina (4) armazenamento (1) arroz (1) Arte (1) Artigo (47) Aspectos Gerais (177) Aviação (40) avian influenza (2) Aviation fuel (11) Aviation market (24) avicultura (1) Azeite (1) B10 (3) B12 (5) B13 (2) b14 (2) b15 (2) bacteria (1) bancos (1) banks (2) based protein (1) Bebidas (3) beef (1) bees (1) Benefícios ambientais (1) Bioativo (3) Biochemistry (5) Biocombustíveis (546) Biodefensivos (12) Biodiesel (386) Biodiesel Empresas (1) Biodiversidade (21) biodiversity (8) Bioeconomia (128) Bioeconomia Agronegócio (1) bioeconomy (1) Bioeletricidade (27) Bioenergia (217) bioenergy (2) bioetanol (1) bioethanol (2) Biofertilizantes (15) biofertilizers (2) Biofuels (128) biofuels market (7) biogas (1) Bioinsumos (26) Biologia do Solo (1) Biomas (13) Biomass (7) Biomassa (92) Biomateriais (6) Bioplastic (1) bioplásticos (3) bioplastics (1) Biopolímeros (16) Bioproducts (3) Bioprodutos (29) Bioquerosene (51) biorefinery (1) Biorrefinaria (4) Biorrenováveis (1) Biotechnology (37) Biotecnologia (90) BNDES (5) bolivia (1) Bolsa de Valores (41) boron (1) bovinocultura (1) Brahman (1) bran (1) Brasil (147) Brazil (54) breeding (2) Cacau (3) Cadeia Produtiva (24) café (3) calcium (1) Cambodia (1) cana-de-açucar (5) cana-de-açúcar (2) canada (3) Canadá (1) cannabis (1) Capacitação (31) CAR (4) carbon credit (3) carbon emissions (5) carbon market (4) carbon sequestration (2) Carbonatação (1) Carbono (13) Carbono Neutro (13) Carbono Zero (25) carne orgânica (1) carnes (2) Carvão Ativado (10) carvão vegetal (8) cattle (1) CBios (78) CCEE (1) cellulose (1) Celulose (19) cereais de inverno (1) cereals (4) Cerrado (31) Certificação (1) Chile (2) china (5) Chuvas (17) Cidades (1) Ciência e Tecnologia (463) circular economy (3) cítricos (1) citros (2) Classificação (1) Clima e ambiente (329) Clima e ambiente Preços (2) climate and environment (10) climate change (28) climate changed (67) CNA (2) CNPE (2) coal (1) Código Florestal (3) Cogeração de energia (30) colheita (4) Colombia (2) Combustíveis (116) Combustíveis Fósseis (42) Combustíveis verde (6) comercialização (1) Comércio (49) commodity (2) comodities (1) Consciência Ecológica (28) conservação (1) conservação de alimentos (2) COP24 (76) COP25 (20) COP26 (27) Copolímeros (2) coqueiro (1) corn (9) Cosméticos (40) covid-19 (1) Crédito de Carbono (60) Crédito Rural (21) Créditos de Descarbonização (30) crop 21/22 (1) crop 22/23 (1) crops (1) Culinária (1) Cultivo (122) cultivo de grãos (3) cultura energética (1) Culturas Perenes. Agricultura (6) Curso (14) Dados (1) dairy products (2) Davos (4) decarbonization (2) decarbonization credits (3) defensivos (2) deforestation (7) demandaXoferta (2) Dendê (5) derivados do leite (1) Desafios (3) Descarbonização (26) descarbonization (3) desenvolvimento econômico (3) desenvolvimento rural (2) Desenvolvimento Sustentável (240) Desmatamento (25) Diesel (26) Diesel Verde (24) diseases (4) diversidade (2) Doenças Vegetais (6) domestic market (1) drones (3) eco-friendly (5) Economia (160) Economia Circular (17) Economia Internacional (150) Economia Sustentável (5) Economia Verde (184) Economy (44) Ecosystem (7) Educação (1) Efeito estufa (24) Eficiência energética (56) egypt (1) eletric power (1) emater (2) Embrapa (56) Emissões de Carbono (67) Empreendedorismo (9) Empresas (170) Energia (108) energia eólica (1) energia limpa (25) Energia Renovável (267) Energia Solar Fotovoltaica (25) energy (3) energy crisis (1) energy security (2) energy transition (3) engenharia (1) entomologia (5) entomology (1) environment (21) environment issues (2) environment protection (2) environmental benefits (1) environmental conservation (1) environmental policies (5) enzimas (1) erva-mate (1) ESG (32) espécies ameaçadas (1) essential oils (1) estiagem (1) estresse hídrico (1) Estudo (5) Etanol (109) ethanol (8) etileno (1) EU (5) Europa (2) europe (4) event (11) Eventos (177) Exportações (128) exports (12) extensão (1) Extrativismo (64) factory (1) FAO (14) Farelos (52) farm (1) fauna (1) feijão (2) Fertilidade (14) fertility (1) fertilizantes (8) Fertilizers (20) Fibras (10) fibres (1) Finanças (5) Financiamento (2) fishing (1) fisiologia vegetal (1) fitopatologia (6) Fitossanidade (3) Fixação de Nitrogênio (2) flavored rice (1) flax (1) Floresta (54) Floresta plantada (122) floricultura (4) floriculture (2) Fomento (42) Food (47) food crisis (1) food safety (1) food security (18) foreign market (1) forest (4) forestry (1) Fosfato (2) fossil fuels (4) fotossíntese (2) fruit growing (4) Fruticultura (53) Fuels (28) full color (1) G7 (2) gabrage (1) Gamificação (1) Gás (4) Gás natural (2) Gasolina (4) Gastronomia (1) gdp (1) GEE (41) genetic engineering (10) genetic improvement (1) Genome (1) geração de emprego (1) Germany (2) girassol (2) Glicerina (2) Global warming (139) GM (1) governance (1) grain (2) grãos (1) grape (1) green ammonia (1) green chemistry (1) green consumerism (1) Green Economy (129) green hydrogen (3) greenhouse gases (17) Guerra (3) Guerra RussiaxUcrânia (3) Harvest (2) health (27) herbicidas (1) híbridos (1) Hidrogênio Verde (7) História (1) horticultura (2) hybrid (1) hydrogen (2) IBP (1) ICMS (1) ILPF (15) iluminação (1) impacto ambiental (1) import (3) importação (6) impostos (3) incêndios (1) incêndios florestais (1) Incentivos (4) India (5) indigenous lands (1) Indonesia (1) indústria (2) Industry (2) Industry 4.0 (2) inflation (1) innovation (4) Ìnovaç (1) Inovação (217) insetos (2) inspections (1) Instituição (1) Insumos (40) inteligência artificial (1) international trade (2) Investimento (13) Investimentos (3) IPC (1) IPCC (18) IPFL (1) Irrigação (2) jabuticaba (1) JBS (1) kinetic energy (1) L72 (4) L73 (7) land use (1) LED's (1) Legislação (40) legislation (2) Leguminosas (1) leite (1) licenciamento ambiental (1) liga árabe (1) Lignina (8) livestock (11) livestock farming (1) logística (1) logistics (1) Low Impact Agriculture (1) Low-Carbon (62) Lubrificantes e Óleos (20) macarrão (1) Macaúba (610) Madeira (27) Malaysia (1) Mamona (1) management (1) mandioca (1) Manejo (32) Manejo e Conservação (130) manejo sustentável (1) manure (1) MAPA (62) Máquinas e equipamentos (4) marine ecosystems (1) Market (3) Mata Atlântica (8) Matéria Prima (4) Matéria-Prima (4) matéria-prima renovável (1) Matéria-PrimaResíduos (2) matérias-primas (4) MCTI (2) meat (2) medicinal cannabis (1) Meio Ambiente (402) Melhoramento e Diversidade Genética (103) Mercado (4150) mercado de carbono (5) Mercado de Combustíveis (88) Mercado Financeiro (13) Mercado florestal (78) mercado global (1) Mercado Internacional (90) Metas (5) methane (2) Micotoxinas (1) microbiology (1) micromobility (1) micronutrient (1) Milho (56) Minas Gerais (1) Minas Gerias (1) Mineração (2) mining (1) ministério da economia (2) mites (1) MMA (4) MME (62) Morocco (1) Mudanças Climáticas (108) mudas (4) Mundo (203) Nações Unidas (4) national production (1) natural disasters (1) natural gas (1) nature (1) Negócios (13) nergia limpa (1) net-zero (45) neutral carbon (1) Neutralidade Tributária (1) nitrogen (3) nitrogenand (1) nitrogênio (1) novos produtos (1) Nutrição animal (18) Nutrição Mineral (6) nutrição vegetal (1) nutrition (15) nutritional quality (1) ocean heat (1) oceans (1) OECD (2) OGM (1) Oil (53) Oil Food (1) Oleaginosas (140) óleo de palma (2) óleo de soja (3) Oleochemicals (11) Óleos (255) Óleos Essenciais (8) Óleos Vegetais (38) Olivicultura (1) OMC (4) ONGs (1) ONU (25) Oportunidade (9) Oportunidades (9) organic agriculture (1) other (1) otimização (1) Palm (2) palm oil (1) Palma (34) palmeiras (8) pantanal (1) PARAGUAY (1) Paris Agreement (99) partnership (1) Pasture Management (1) Pasture Recovery (1) pecan (1) Pecuária (133) pecuária sustentável (1) Pegada de Carbono (108) Personal Care (3) Pesquisa (137) Pessoas (2) pesticides (2) Petrobras (9) Petróleo (34) phosphates (2) phytoplankton (1) phytosanitary (1) PIB (13) pinhão-manso (2) pirólise (3) Piscicultura (1) pitaya (1) planejamento estratégico (1) Plano Safra (3) Plant Based (28) plant production (3) Plant-Based (4) pnpb (1) Política (99) Política Ambiental (24) política de preços de combustíveis (1) Políticas (1) políticas públicas (2) politics (2) pollination (1) polluting activities (1) pollution (3) pork (1) Portugal (1) pós-colheita (1) potassium (2) potato (1) poultry (1) pragas (5) Preços (85) Preservação Ambiental (62) prices (2) Produção Agrícola (56) Produção Animal (25) produção de alimentos (1) Produção Integrada (3) Produção Sustentável (81) Produção vegetal (47) production (1) productivity (4) Produtividade (140) Produtos (151) produtos florestais não madeireiros (2) Proteção Ambiental (21) proteção de nascentes (1) proteína animal (1) proteína vegetal (28) proteins (2) public health (2) Qualidade (14) qualidade da água (2) qualidade de vida (1) Qualidade do Ar (10) queimadas (1) químicos verdes (1) rapeseed (1) reciclagem (6) record (1) Recuperação Ambiental (7) Recuperação de área Degradada (51) Recuperação Econômica (3) Recycling (2) redução da poluição (3) Reflorestamento (37) reforestation (1) regulamentação (3) regulation (1) Relatório (17) renewable energy (32) renewable fuel (1) RenovaBio (95) Report (2) research (1) Research and Development (16) Reservas Legais (1) Resíduos (20) resistence (2) Responsabilidade Social (1) rice (1) rotação de culturas (1) Russia (12) Rússia (1) Russia x Ukraine (10) Sabão (1) SAF (8) Safra (11) safra 21/22 (1) safrinha (1) Santa Catarina (1) Saúde e Bem-Estar (151) science (3) science and technology (58) sea (1) sea levels (1) seaports (1) Sebo (5) seca (1) seeds (1) Segurança Alimentar (183) Segurança Energética (16) Selo Social (16) sementes (15) sequestro de carbono (2) sewage waste (1) silvicultura (4) Sistema Agroflorestal (44) Sistemas Integrados (30) social (1) social inequality (1) Sociobiodiersidade (9) Soil (10) soil biology (1) Soja (174) solar energy (1) solid waste (1) Solos (79) southern Agricultural Council (1) soybean oil (1) soybeans (11) steam (1) sugar (2) sugarcane (2) suinocultura (1) sunflower (4) sunflower oil (1) Sustainability (81) Sustainable Development (5) Sustainable Energy (69) Sustentabilidade (743) taxes (1) technology (3) Tecnologia (90) tecnologias digitais (1) Tempo (2) terras indígenas (1) Títulos verdes (3) transgenic (1) transição energética (3) Transportes (13) transports (9) Trigo (7) tubers (1) Turismo Sustentável (7) turkey (1) ubrabio (5) Ucrânia (3) Ukraine (8) Unica (1) Unidades de Conservação (1) urea (1) uruguay (1) USA (12) USDA (3) uso do solo (1) vaccination (1) vazio sanitário (1) vegetable nutrition (3) vegetable oils (8) versatilidade (1) Vídeo (271) viruses (1) War (10) waste (1) webinar (1) wheat (6) wine (1) World (34) World Economy (84) ZARC (2) zero tariff (1) Zero-Carbon (2) zoneamento agrícola (3) zoneamento climático (1) zoneamento territorial (1) zootecnia (1)

Total de visualizações de página