Buscar

Etanol evita 515 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera

sexta-feira, junho 05, 2020

céu - Fonte Certa

O Brasil atinge um novo patamar na mensuração de emissões de gases de efeito estufa (GEE), considerando o ciclo de vida dos combustíveis. No dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta sexta-feira (5), a União da Indústria de Cana de Açúcar (UNICA) atualiza dados de emissões evitadas pelo setor, com base na Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio).  

Entre março de 2003 (data de lançamento da tecnologia flex) e maio de 2020, o consumo de etanol (anidro e hidratado) evitou a emissão de mais de 515 milhões de toneladas de CO2, segundo cálculos da entidade, baseados em dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Esse volume é equivalente às emissões anuais somadas de Argentina, Venezuela, Chile, Colômbia, Uruguai e Paraguai.

Além de credibilidade, a certificação dos produtores de biocombustíveis junto à ANP para a participação no RenovaBio traz transparência para a sociedade em relação à pegada de carbono do processo produtivo, garantindo a rastreabilidade e a efetividade da redução de emissões.

Para se chegar a esse número, a área técnica da UNICA usou como base o cálculo fornecido pela RenovaCalc – calculadora que determina a eficiência energética do processo produtivo no âmbito do RenovaBio – com os parâmetros delimitados pela ANP para uma usina típica brasileira.

“A comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente em meio à pandemia da COVID-19 tornou-se um momento de analisar as ações humanas e seus reflexos nos ecossistemas. Muito se debate sobre revisão de condutas, mudança de hábitos e a sociedade que queremos quando tudo isso acabar. No Brasil, como em nenhuma parte do mundo, temos a construção sólida de uma indústria de combustíveis renováveis, podendo dar essa significativa contribuição de redução de gases de efeito estufa para o mundo”, analisa Evandro Gussi, presidente da UNICA.

Ampliar reduções

Quando avaliado o ciclo de vida completo do combustível, o etanol proporciona uma redução de até 90% na emissão de GEE em relação à gasolina. Além disso, em comparação com a gasolina e o diesel, o biocombustível de cana-de-açúcar praticamente zera a dispersão de material particulado e reduz significativamente a emissão de vários poluentes, como os óxidos de enxofre.

“Ao planejar a retomada após a pandemia, líderes dos setores público e privado devem manter em mente os desafios postos, como a transição energética de fontes de energia fósseis para renováveis, a redução das emissões de GEE globais e a sustentabilidade das cadeias produtivas, em termos sociais e ambientais”, avalia Gussi. 

O ano de 2020 pré-COVID-19 representaria um marco no combate às mudanças climáticas, pois segundo projeções registraria o pico de emissões de GEE globais para necessariamente iniciar uma queda a fim de tornar possível o atingimento das metas do Acordo de Paris. “O Brasil tem dado contribuições significativas, pois, apesar de ter uma matriz energética com 45% de fontes renováveis, tem políticas já estabelecidas para ampliar essa participação, como o RenovaBio”, explica Gussi. A cana-de-açúcar responde por 17,4% de toda a oferta primária de energia no País, levando em conta etanol e bioeletricidade.

Poluição e COVID-19

Além da problemática do aquecimento global, a poluição do ar é uma das grandes vilãs da saúde pública em megalópoles, relacionada com 4,2 milhões mortes ao ano no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e fragilizando a imunidade da população. Estudo de Harvard concluiu que o aumento de apenas 1% na concentração de material particulado fino (MP 2.5) no ar resulta em um incremento de 8% das mortes pela COVID-19.

Com as medidas de restrição de circulação, foi registrada uma drástica redução de poluentes e a melhoria da qualidade do ar de cidades notoriamente poluídas. Nova Déli, na Índia, por exemplo, viu o MP 2.5 cair 60%, ficando em 32,8 µg/m³, segundo o iQAir.

Na Região Metropolitana de São Paulo, a média de 17 µg/m³ de MP 2.5, registrada em 2019, caiu para 13 µg/m³ nos primeiros cinco meses de 2020, segundo dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Os índices estão dentro do recomendado pela OMS, de 20 µg/m³ de MP 2.5. Isso porque temos a combinação de políticas governamentais que controlam a emissão de poluentes pelos veículos (PROCONVE) com o incentivo à combustíveis limpos - 60% do consumo de combustíveis do ciclo Otto na capital paulista é de etanol hidratado, que praticamente zera a emissão de material particulado (-98% em relação a gasolina e diesel).

“Apesar de ser uma megalópole, São Paulo desfruta de melhor qualidade do ar do que outras capitais graças ao uso de biocombustíveis, o que tem reflexos diretos na saúde da população. No futuro, podemos ampliar esses benefícios para outras capitais e países”, prevê Gussi. 

Etanol como aliado para o cumprimento do Acordo de Paris

O etanol da cana-de-açúcar brasileiro é o biocombustível com menor pegada de carbono do mundo, sendo reconhecido como tal pelas agências internacionais graças ao modelo de produção sustentável adotado pelo setor sucroenergético.

Na União Europeia, o etanol de cana é reconhecido pela diretiva de promoção de energia renovável (I e II) como o biocombustível de primeira geração que mais reduz as emissões comparado com combustível fóssil (70% quando colocado no mercado Europeu).

Nos EUA ocorre fato similar, sendo nosso etanol classificado como combustível avançado no âmbito da legislação norte-americana, uma vez que supera o patamar de 60% de redução das emissões de GEE (entre 61% e 90%). Apesar de o etanol de cana-de-açúcar ser de primeira geração, seu desempenho ambiental equivale à redução de emissões previstas para o etanol de segunda geração.

O aumento da mistura de etanol na gasolina tem sido visto como um caminho para mitigar a emissão de GEE e atender as metas do Acordo de Paris. Atualmente, mais de 60 países têm trabalhado para aumentar a mistura de renováveis nos combustíveis fósseis com o objetivo de descarbonização. “A vantagem da adoção de uma política de blend é que ela promove a redução instantânea da pegada de carbono de toda a frota, além de reduzir a poluição. O Brasil é um grande campo de testes e comprova a segurança da mistura, com toda a gasolina comercializada contendo 27% de etanol anidro e sendo utilizada em carros importados”, avalia Gussi. 

O Brasil tem uma Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio) criada para atender as metas autodeclaradas da COP21, no âmbito do Acordo de Paris, que reduzirá a intensidade de carbono da matriz de transportes, por meio do aumento da participação dos biocombustíveis, incluindo biodiesel e etanol feitos a partir de diferentes matérias-primas, e da criação de um mercado de crédito de carbono (CBio). O objetivo do RenovaBio, que entrou em vigor em 24 de dezembro de 2019, é reduzir pelo menos 100 milhões de toneladas as emissões de GEE em 10 anos.

Atributos do etanol

Quando avaliadas as emisso~es de gases causadores de efeito estufa (GEE) no ciclo de vida dos combusti´veis, o etanol proporciona uma reduc¸a~o de ate´ 90% da emissa~o de GEE em relac¸a~o a` gasolina.

Além disso, o biocombustível de cana praticamente zera a dispersão de partículas, poluente muito agressivo para a saúde, pois consegue penetrar as partes mais profundas do pulmão (-98% em relação a gasolina e diesel), bem como a de hidrocarbonetos tóxicos (-99% na emissão de benzeno, componente cancerígeno presente na gasolina, e na emissão de hidrocarbonetos poliaromáticos, componentes cancerígenos gerados na queima do diesel).

O biocombustível também reduz a emissão de monóxido de carbono em relação à gasolina (a porcentagem varia dependendo da calibração do motor, mas pode atingir cerca de 20%).

Outra vantagem do etanol é que se trata de um produto de baixa toxidez e biodegradável. Ou seja, em caso de acidentes de derramamento ou de vazamento, resulta em impacto ambiental de pequena monta e é biodegradado em poucos dias. Por outro lado, os combustíveis derivados de petróleo (gasolina e diesel), apresentam elevada toxidez ambiental e requerem muito tempo para biodegradação natural, o que resulta em impacto ambiental elevado, necessitando com frequência medidas de remediação da área contaminada, quando isso é possível.

Fonte: Portal Agrolink

Veja também:

0 comentários

Agradecemos seu comentário! Volte sempre :)

Categorias

Abastecimento (27) ABC Plan (1) abiotic stresses (1) Abiove (10) ácaros (1) acerola (2) acordo (1) Acordo Internacional (43) Acrocomia aculeata (78) açucar (1) Adubação (2) adubos (2) Adubos organominerais (1) Africa (2) agribusiness (25) Agricultura (456) Agricultura 4.0 (16) agricultura familiar (4) agricultura orgânica (3) agriculture (43) agrochemistry (1) Agroenergia (182) agroenergy (6) Agroindústria (57) agroindustry (1) Agronegócio (365) Agropecuária (78) Água (25) Àgua (1) air pollution (1) algodão (1) Alimentação Saudável (26) Alimentos (388) amazon (3) Amazônia (84) Ambiente (1) Ambition 2030 (1) amêndoas (1) amendoim (2) ANDA (1) animal breeding (2) animal health (1) animal nutition (1) animal production (3) ANP (113) anvisa (1) aplicação de insumos (1) APPs (2) Aprobio (1) aquaculture (2) aquecimento global (3) aquecimento golbal. (1) argentina (4) armazenamento (1) arroz (1) Arte (1) Artigo (47) Aspectos Gerais (177) Aviação (40) avian influenza (2) Aviation fuel (11) Aviation market (24) avicultura (1) Azeite (1) B10 (3) B12 (5) B13 (2) b14 (2) b15 (2) bacteria (1) bancos (1) banks (2) based protein (1) Bebidas (3) beef (1) bees (1) Benefícios ambientais (1) Bioativo (3) Biochemistry (5) Biocombustíveis (546) Biodefensivos (12) Biodiesel (386) Biodiesel Empresas (1) Biodiversidade (20) biodiversity (8) Bioeconomia (128) Bioeconomia Agronegócio (1) bioeconomy (1) Bioeletricidade (27) Bioenergia (217) bioenergy (2) bioetanol (1) bioethanol (2) Biofertilizantes (15) biofertilizers (2) Biofuels (126) biofuels market (5) biogas (1) Bioinsumos (26) Biologia do Solo (1) Biomas (13) Biomass (7) Biomassa (92) Biomateriais (6) Bioplastic (1) bioplásticos (3) bioplastics (1) Biopolímeros (16) Bioproducts (3) Bioprodutos (29) Bioquerosene (51) biorefinery (1) Biorrefinaria (4) Biorrenováveis (1) Biotechnology (37) Biotecnologia (90) BNDES (5) Bolsa de Valores (41) boron (1) bovinocultura (1) Brahman (1) bran (1) Brasil (147) Brazil (54) breeding (2) Cacau (3) Cadeia Produtiva (24) café (3) calcium (1) Cambodia (1) cana-de-açucar (5) cana-de-açúcar (2) canada (3) Canadá (1) cannabis (1) Capacitação (31) CAR (4) carbon credit (3) carbon emissions (5) carbon market (4) carbon sequestration (2) Carbonatação (1) Carbono (13) Carbono Neutro (13) Carbono Zero (25) carne orgânica (1) carnes (2) Carvão Ativado (10) carvão vegetal (8) cattle (1) CBios (78) CCEE (1) cellulose (1) Celulose (19) cereais de inverno (1) cereals (4) Cerrado (30) Certificação (1) Chile (2) china (5) Chuvas (17) Cidades (1) Ciência e Tecnologia (463) circular economy (3) cítricos (1) citros (2) Classificação (1) Clima e ambiente (329) Clima e ambiente Preços (2) climate and environment (10) climate change (27) climate changed (67) CNA (2) CNPE (2) coal (1) Código Florestal (3) Cogeração de energia (30) colheita (4) Colombia (2) Combustíveis (116) Combustíveis Fósseis (42) Combustíveis verde (6) comercialização (1) Comércio (49) commodity (2) comodities (1) Consciência Ecológica (28) conservação (1) conservação de alimentos (2) COP24 (76) COP25 (20) COP26 (27) Copolímeros (2) coqueiro (1) corn (9) Cosméticos (40) covid-19 (1) Crédito de Carbono (60) Crédito Rural (21) Créditos de Descarbonização (30) crop 21/22 (1) crop 22/23 (1) crops (1) Culinária (1) Cultivo (122) cultivo de grãos (3) cultura energética (1) Culturas Perenes. Agricultura (6) Curso (14) Dados (1) dairy products (2) Davos (4) decarbonization (2) decarbonization credits (3) defensivos (2) deforestation (7) demandaXoferta (2) Dendê (5) derivados do leite (1) Desafios (3) Descarbonização (26) descarbonization (3) desenvolvimento econômico (3) desenvolvimento rural (2) Desenvolvimento Sustentável (240) Desmatamento (24) Diesel (26) Diesel Verde (24) diseases (4) diversidade (2) Doenças Vegetais (6) domestic market (1) drones (3) eco-friendly (5) Economia (160) Economia Circular (17) Economia Internacional (150) Economia Sustentável (5) Economia Verde (184) Economy (44) Ecosystem (7) Educação (1) Efeito estufa (24) Eficiência energética (56) egypt (1) eletric power (1) emater (2) Embrapa (55) Emissões de Carbono (67) Empreendedorismo (9) Empresas (170) Energia (108) energia eólica (1) energia limpa (25) Energia Renovável (267) Energia Solar Fotovoltaica (25) energy (3) energy crisis (1) energy security (1) energy transition (2) engenharia (1) entomologia (5) entomology (1) environment (19) environment issues (2) environment protection (2) environmental benefits (1) environmental conservation (1) environmental policies (5) enzimas (1) erva-mate (1) ESG (32) essential oils (1) estiagem (1) estresse hídrico (1) Estudo (5) Etanol (109) ethanol (8) etileno (1) EU (5) Europa (2) europe (3) event (11) Eventos (177) Exportações (128) exports (12) extensão (1) Extrativismo (64) factory (1) FAO (14) Farelos (52) farm (1) fauna (1) feijão (2) Fertilidade (14) fertility (1) fertilizantes (8) Fertilizers (20) Fibras (10) fibres (1) Finanças (5) Financiamento (2) fishing (1) fisiologia vegetal (1) fitopatologia (6) Fitossanidade (3) Fixação de Nitrogênio (2) flavored rice (1) flax (1) Floresta (54) Floresta plantada (122) floricultura (3) floriculture (2) Fomento (42) Food (47) food crisis (1) food safety (1) food security (18) foreign market (1) forest (4) forestry (1) Fosfato (2) fossil fuels (3) fotossíntese (2) fruit growing (4) Fruticultura (53) Fuels (28) full color (1) G7 (2) gabrage (1) Gamificação (1) Gás (4) Gás natural (2) Gasolina (4) Gastronomia (1) gdp (1) GEE (41) genetic engineering (10) genetic improvement (1) Genome (1) geração de emprego (1) Germany (2) girassol (1) Glicerina (2) Global warming (137) GM (1) governance (1) grain (2) grãos (1) grape (1) green ammonia (1) green chemistry (1) green consumerism (1) Green Economy (129) green hydrogen (3) greenhouse gases (15) Guerra (3) Guerra RussiaxUcrânia (3) Harvest (2) health (27) herbicidas (1) Hidrogênio Verde (7) História (1) horticultura (2) hybrid (1) hydrogen (2) IBP (1) ICMS (1) ILPF (15) iluminação (1) impacto ambiental (1) import (2) importação (6) impostos (3) incêndios (1) incêndios florestais (1) Incentivos (4) India (5) indigenous lands (1) Indonesia (1) indústria (2) Industry (2) Industry 4.0 (2) inflation (1) innovation (4) Ìnovaç (1) Inovação (217) insetos (2) inspections (1) Instituição (1) Insumos (40) inteligência artificial (1) international trade (2) Investimento (13) Investimentos (3) IPC (1) IPCC (18) IPFL (1) Irrigação (2) jabuticaba (1) JBS (1) kinetic energy (1) L72 (4) L73 (7) land use (1) LED's (1) Legislação (40) legislation (2) Leguminosas (1) leite (1) licenciamento ambiental (1) liga árabe (1) Lignina (8) livestock (11) livestock farming (1) logística (1) logistics (1) Low Impact Agriculture (1) Low-Carbon (62) Lubrificantes e Óleos (20) macarrão (1) Macaúba (610) Madeira (27) Malaysia (1) Mamona (1) management (1) mandioca (1) Manejo (32) Manejo e Conservação (130) manejo sustentável (1) manure (1) MAPA (62) Máquinas e equipamentos (4) marine ecosystems (1) Market (3) Mata Atlântica (8) Matéria Prima (4) Matéria-Prima (4) matéria-prima renovável (1) Matéria-PrimaResíduos (2) matérias-primas (4) MCTI (2) meat (2) medicinal cannabis (1) Meio Ambiente (402) Melhoramento e Diversidade Genética (103) Mercado (4150) mercado de carbono (5) Mercado de Combustíveis (88) Mercado Financeiro (13) Mercado florestal (78) mercado global (1) Mercado Internacional (90) Metas (5) methane (2) Micotoxinas (1) microbiology (1) micromobility (1) micronutrient (1) Milho (56) Minas Gerais (1) Minas Gerias (1) Mineração (2) mining (1) ministério da economia (2) mites (1) MMA (4) MME (62) Morocco (1) Mudanças Climáticas (108) mudas (4) Mundo (203) Nações Unidas (4) national production (1) natural disasters (1) natural gas (1) nature (1) Negócios (13) nergia limpa (1) net-zero (45) neutral carbon (1) Neutralidade Tributária (1) nitrogen (3) nitrogenand (1) nitrogênio (1) novos produtos (1) Nutrição animal (18) Nutrição Mineral (6) nutrição vegetal (1) nutrition (15) nutritional quality (1) oceans (1) OECD (2) OGM (1) Oil (53) Oil Food (1) Oleaginosas (140) óleo de palma (2) óleo de soja (3) Oleochemicals (11) Óleos (255) Óleos Essenciais (8) Óleos Vegetais (37) Olivicultura (1) OMC (4) ONGs (1) ONU (25) Oportunidade (9) Oportunidades (9) organic agriculture (1) other (1) otimização (1) Palm (2) palm oil (1) Palma (34) palmeiras (8) pantanal (1) PARAGUAY (1) Paris Agreement (99) partnership (1) Pasture Management (1) Pasture Recovery (1) pecan (1) Pecuária (133) pecuária sustentável (1) Pegada de Carbono (108) Personal Care (3) Pesquisa (136) Pessoas (2) pesticides (2) Petrobras (9) Petróleo (34) phosphates (2) phytoplankton (1) phytosanitary (1) PIB (13) pinhão-manso (2) pirólise (3) Piscicultura (1) pitaya (1) planejamento estratégico (1) Plano Safra (3) Plant Based (28) plant production (3) Plant-Based (4) pnpb (1) Política (99) Política Ambiental (24) política de preços de combustíveis (1) Políticas (1) políticas públicas (2) politics (2) pollination (1) polluting activities (1) pollution (3) pork (1) Portugal (1) pós-colheita (1) potassium (2) potato (1) poultry (1) pragas (5) Preços (85) Preservação Ambiental (62) prices (2) Produção Agrícola (56) Produção Animal (25) produção de alimentos (1) Produção Integrada (3) Produção Sustentável (81) Produção vegetal (47) production (1) productivity (4) Produtividade (139) Produtos (151) produtos florestais não madeireiros (2) Proteção Ambiental (21) proteção de nascentes (1) proteína animal (1) proteína vegetal (28) proteins (2) public health (2) Qualidade (14) qualidade da água (2) qualidade de vida (1) Qualidade do Ar (10) queimadas (1) químicos verdes (1) rapeseed (1) reciclagem (6) record (1) Recuperação Ambiental (7) Recuperação de área Degradada (51) Recuperação Econômica (3) Recycling (2) redução da poluição (3) Reflorestamento (37) reforestation (1) regulamentação (3) regulation (1) Relatório (17) renewable energy (31) renewable fuel (1) RenovaBio (94) Report (2) research (1) Research and Development (16) Reservas Legais (1) Resíduos (20) resistence (2) Responsabilidade Social (1) rice (1) rotação de culturas (1) Russia (12) Rússia (1) Russia x Ukraine (9) Sabão (1) SAF (8) Safra (11) safra 21/22 (1) safrinha (1) Santa Catarina (1) Saúde e Bem-Estar (151) science (3) science and technology (58) sea (1) seaports (1) Sebo (5) seca (1) seeds (1) Segurança Alimentar (183) Segurança Energética (16) Selo Social (16) sementes (15) sequestro de carbono (2) sewage waste (1) silvicultura (4) Sistema Agroflorestal (44) Sistemas Integrados (30) social (1) social inequality (1) Sociobiodiersidade (9) Soil (10) soil biology (1) Soja (173) solar energy (1) solid waste (1) Solos (79) southern Agricultural Council (1) soybean oil (1) soybeans (11) steam (1) sugar (2) sugarcane (2) suinocultura (1) sunflower (4) sunflower oil (1) Sustainability (81) Sustainable Development (5) Sustainable Energy (69) Sustentabilidade (743) taxes (1) technology (3) Tecnologia (90) tecnologias digitais (1) Tempo (2) terras indígenas (1) Títulos verdes (3) transgenic (1) transição energética (3) Transportes (13) transports (9) Trigo (7) tubers (1) Turismo Sustentável (7) turkey (1) ubrabio (5) Ucrânia (3) Ukraine (8) Unica (1) Unidades de Conservação (1) urea (1) uruguay (1) USA (11) USDA (3) uso do solo (1) vaccination (1) vazio sanitário (1) vegetable nutrition (3) vegetable oils (8) versatilidade (1) Vídeo (271) viruses (1) War (10) waste (1) webinar (1) wheat (6) wine (1) World (32) World Economy (84) ZARC (2) zero tariff (1) Zero-Carbon (2) zoneamento agrícola (3) zoneamento climático (1) zoneamento territorial (1) zootecnia (1)

Total de visualizações de página