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Secretaria de Agricultura e Abastecimento apoia campanha para estimular o consumo de etanol

sexta-feira, maio 22, 2020

Especialistas acreditam que queda no preço do petróleo deve ...
A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apoia a campanha para incentivar o uso de etanol, junto aos brasileiros que precisam sair de casa e usar seus veículos, lançada no último dia 12 de maio pelo sistema FAESP/Senar-SP e sindicatos rurais.
A campanha “Na hora de abastecer, escolha ETANOL” visa chamar atenção para a relevância desse setor, que é o maior do agronegócio paulista, e sensibilizar consumidores e órgãos públicos para abastecerem com esse biocombustível proveniente de fonte renovável. De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP), o isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus provocou queda superior a 40% na demanda por etanol. Essa redução impacta toda a cadeia de produção de cana-de-açúcar.
“Dentre os benefícios do etanol, estão a geração de empregos no Brasil, que bate a casa dos três milhões, entre diretos e indiretos, e o menor impacto ambiental local e global”, destaca Gustavo Junqueira, secretário de Agricultura e Abastecimento, ao comentar a relevância do setor sucroenergético e o engajamento da pasta nessa campanha, que convida os brasileiros a optarem pelo etanol na hora de abastecer.
Combustível que põe carros e motos em movimento, com menor impacto ambiental e cuja cadeia de produção gera um milhão de empregos diretos e outros dois milhões indiretos aos brasileiros, o etanol está entre os produtos do agronegócio mais abalados pela pandemia da COVID-19, juntamente com o leite e os hortifrútis. O biocombustível que nasce nas lavouras constitui a principal cultura no Estado de São Paulo e coloca o Brasil como o mais relevante player no mundo dos combustíveis renováveis. Esse segmento requer urgentes ações governamentais para seguir contribuindo com a economia e com a preservação ambiental, que reflete na saúde da população.
O preço do etanol no Brasil caiu drasticamente no mês de abril de 2020, em função da “degradação” das cotações do petróleo, diante da queda de demanda causada pela COVID-19 e a “guerra de oferta” entre a Arábia Saudita e a Rússia. Os resultados foram estoques elevados e enorme número de navios petroleiros estacionados pelos mares em diversas regiões do mundo.
Com custo diário de US$ 30 mil por navio parado, houve oferecimento gratuito do petróleo, o que impactou no preço dos combustíveis, afetando a paridade de valores entre os fósseis e os biocombustíveis do Brasil e também dos Estados Unidos.
Com 38 anos de experiência como cientista do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, Marcos Guimarães de Andrade Landell alerta para a possibilidade da desestabilização dos programas de bicombustíveis frente ao combustível fóssil. “Nos próximos dois ou três anos, haverá reflexos na saúde pública, além das consequências para a economia, diz.
No momento, há pouca circulação de veículos e a produção nacional não é escoada. “No caso do biocombustível, o canavial continua exigindo cuidados, a atividade é mais sensível, pois estamos tratando de um meio biológico, enquanto o combustível fóssil resulta de atividade extrativista”, compara. “A estocagem, no tamanho necessário, tem um custo significativo no custo final da produção e que não está previsto no sistema produtivo”, analisa Landell. Por outro lado, destaca-se que, como cadeia bem estruturada, em sendo afetado o setor de produção, isso terá necessariamente reflexos no âmbito da pesquisa agrícola, a médio e longo prazos, juntamente com o abalo na oferta.
O etanol no Brasil foi fortalecido com a entrada do carro Flex, movido à etanol e gasolina, em 2003. A tecnologia Flex restaurou a confiança do usuário de carros, que percebeu que poderia optar por um ou por outro combustível. “O carro Flex causou grande aumento na procura do etanol, crescimento que foi muito forte, a ponto de superar a procura por gasolina”, diz.
A perspectiva futura fica sob dúvida. O pesquisador diz que não é possível avaliar a dimensão dos reflexos ambientais negativos, considerando que, nos últimos 18 anos, o etanol ocupou a preferência de consumidores de diversas regiões do Brasil, resultando na redução do impacto ambiental causado pelo combustível fóssil. “A cidade de São Paulo era mais poluída há 20 anos do que atualmente, quando praticamente toda a frota era movida por combustível oriundo do petróleo”, afirma o pesquisador.
Diferenças entre o etanol brasileiro e o americano
“O Brasil, como principal player nesse setor, tem que olhar de modo diferente para esta crise, mais do que os Estados Unidos”, diz o pesquisador, ao comentar sobre os dois maiores produtores de biocombustíveis no mundo.
As diferenças entre os dois países fazem pesar a crise mais sobre os ombros da produção nacional. O Brasil produz etanol à base de cana-de-açúcar, enquanto os Estados Unidos usam milho. “A cana é sustentável, por permanecer sete/oito anos com a mesma lavoura, o que implica reduzida ação de cultivo, preservando o solo quase integralmente durante todo o ano, ao contrário do milho, usado no etanol americano”, salienta.
Por outro lado, justamente por ser uma cultura semiperene e permanecer por todos esses anos no campo, a planta não permite que seus cuidados sejam interrompidos ou minimizados, por falta de recursos financeiros, como na atual situação provocada pela pandemia. Já o milho é plantado e processado a cada ano, em ciclo relativamente curto, e pode ser estocado. Assim, não há custo de manutenção da lavoura. Se a situação piora e o lucro não vem, os produtores americanos simplesmente não instalam novas lavouras de milho, reduzindo drasticamente os estoques.
A semiperenidade da cana-de-açúcar torna essa ação estratégica ineficaz, pois o setor convive com as soqueiras dos canaviais em um novo ciclo, exigindo ações de processamento da matéria-prima. “Esta característica, sempre desejável da cana, que é a habilidade de gerar uma nova lavoura a partir do antigo canavial colhido, sem a necessidade de executar qualquer novo plantio, obriga os produtores a investirem nos tratos culturais mínimos e no processo de colheita e processamento. Na situação atual, isso não seria viável e os produtores poderão ir à falência”, pondera Landell.
Fonte: Agrolink 

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