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Estudo cria plano de proteção da biodiversidade marinha

quarta-feira, março 04, 2020

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Um estudo aponta que de 26% a 41% do território marinho precisa se tornar zona de conservação para proteger a biodiversidade marinha
No mínimo, 26% dos oceanos precisam entrar em um plano urgente de preservação a fim de proteger a biodiversidade marinha. O dado é de um novo estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, o qual também buscou arquitetar um plano para a conservação da natureza aquática.
Segundo as investigações, para conseguir a devida proteção, seriam necessários 8,5 milhões km² dedicados a novas áreas de conservação. Isso porque, atualmente, estas zonas cobrem apenas 10% do habitat natural de um terço de todas as espécies marinhas. Desta forma, estas regiões deveriam estar livres da ação humana, tornando proibidas ações como pesca, transporte comercial e aplicação de pesticidas.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores mapearam mais de 22 mil espécies de animais que vivem nos mares e aplicaram cálculos matemáticos, a fim de identificar o tamanho mínimo da área necessária para preservar os habitats. Além desta identificação, também foram levados em conta os territórios internacionais de extrema importância para a biodiversidade e as regiões onde a intervenção humana ainda é baixa, o que já permite certa proteção à natureza. A partir disso, foi identificado que é preciso colocar em planos de conservação de 26% a 41% da superfície marinha, sendo que os locais chave para a preservação estão localizados no norte do Pacífico, próximo à China e ao Japão, e a porção do Atlântico, entre o oeste da África e as Américas.
De acordo com os cientistas, a preservação dos oceanos precisa ser tão destacada quanto o combate ao aquecimento global. "Estas descobertas mostram que os governos precisam agir fortemente, como aconteceu no Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas", aponta James Watson, membro da Sociedade de Conservação da Vida Selvagem e cientista da Universidade de Queensland. Segundo sua entrevista para o site Science Daily, várias nações se reunirão na China ainda este ano para assinar um acordo que visa guiar a conservação global para os próximos dez anos.

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