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Alemanha e Noruega defendem verba milionária para proteção da Amazônia

sexta-feira, junho 14, 2019

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Gestão Bolsonaro anunciou alterar repasse do "Fundo Amazônia" e dedicar verba ao pagamento de indenização a produtores rurais. Em carta, os dois países europeus anunciam ser contra alteração do Fundo

As embaixadas da Noruega e da Alemanha enviaram uma carta para o governo brasileiro dizendo que estão satisfeitas com os resultados dos projetos financiados pelo Fundo Amazônia e que não pretendem alterar os objetivos da reserva dedicada a proteger a floresta.  

Atualmente o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) é reposánvel por gerir o fundo milionário no qual os dois países europeus contribuem. 

A carta enviada ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e ao ministro da Secretaria de Governo, o general Santos Cruz, no ultimo dia 5 de junho, veio a público na terça-feira (11). Nela, os países defendem a permanência do atual modelo, e afirmam que nunca foram encontrados indícios de irregularidades nas auditorias feitas nos contratos, e disseram que "governos sozinhos não conseguem reduzir o desmatamento".

O documento das embaixadas é uma resposta a outra carta enviada pelo governo federal no dia 30 de maio, que formalizava a proposta de alteração do fundo, apresentada em uma reunião entre governo e os embaixadores dos dois países. No ínicio de maio, o ministro Ricardo Salles enviou uma carta aos países doadores pedindo para mexer na estrutura e tamanho do Comitê Organizador do Fundo Amazônia (Cofa).

Fundo Amazônia

O principal objetivo do Fundo é reduzir as emissões de gases de efeito estufa (a destruição das florestas agrava o aquecimento global), tema cada vez mais caro aos países do bloco europeu. Países signatários do Acordo de Paris investem em projetos que impeçam as emissões crescentes de carbono na atmosfera. Atualmente, Alemanha e Noruega são responsáveis por 99% das doações.

Até o momento, foram investidos mais de R$ 1 bilhão no Fundo Amazônia em 103 ações ligadas à pesquisa, geração de emprego e renda na floresta com redução do desmatamento nas comunidadessão beneficiadas pela verba.

Fonte: A Crítica

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