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Óxido de zinco dopado com alumínio para produção de biodiesel

sexta-feira, setembro 13, 2019

Figura 1. Difratogramas do ZnO e ZNAL calcinados a 800º C e ampliados na região entre 30 38º.
Autores: Maria de Fátima Pereira (LACOM/UFPB, jgmf22@hotmail.com), Laís Chantele de Lima (LACOM/UFPB, laischantele@hotmail.com), Antonio Gouveia de Souza (LACOM/UFPB, agouveia@quimica.ufpb.br), Maria Gardennia da Fonseca (LACOM/UFPB, mgardennia@quimica.ufpb.br) Liliana de Fátima Lira de Pontes (LACOM/UFPB, liliana.lira@gmail.com), Ary da Silva Maia (LACOM/UFPB, arymaia@quimica.ufpb.br), Ieda Maria Garcia dos Santos (LACOM/UFPB, ieda@quimica.ufpb.br)


Resumo: Diversos sólidos têm sido propostos para a síntese de biodiesel por catálise heterogênea e o desempenho destes materiais está diretamente ligado à natureza dos sítios ácidos ou básicos encontrados nas suas estruturas. A atividade catalítica de sólidos que possuam sítios básicos de Lewis está relacionada a fenômenos de interação entre o álcool usado como agente de transesterificação e a superfície do sólido catalítico. Já os catalisadores ácidos de Lewis, são capazes de interagir com o grupamento carbonila dos materiais graxos, levando à formação de carbocátions.

Óxido de zinco, devido ao seu caráter anfótero, pode atuar tanto como ácido quanto como base de Lewis, motivo pelo qual tem sido estudado como possível catalisador nas reações de transesterificação. Na forma estrutural wurtzita, este óxido apresenta uma estrutura relativamente aberta, o que torna relativamente fácil a incorporação de dopantes M3+ em seu reticulado, que podem alterar suas propriedades elétricas e ópticas uma vez que o cátion trivalente entra na estrutura do óxido substituindo Zn2+ e, por consequência, produz uma carga adicional na banda de condução, melhorando sua condutividade e, possivelmente, seu caráter básico. Nesse sentido, o presente trabalho teve como objetivo o uso de ZnO dopado com Al3+ para obtenção do biodiesel.

Trabalho Apresentado no 6° Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e 9º Congresso Brasileiro de Plantas Oleaginosas, Óleos, Gorduras e Biodiesel.

Trabalho completo: Livro 2, p. 1053

Fonte: Ubrabio

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