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Monitoramento da composição em ésteres do biodiesel do óleo de amêndoa da macaúba (Acrocomia aculeata (jacq.) lodd. ex mart.) em contato direto com o aço carbono e o aço carbono galvanizado

quinta-feira, agosto 15, 2019

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Autores: Cláudia Eliane Dias Batista, José Domingos Fabris, Luis Carlos Duarte Cavalcante, Vanny P. Ferraz, Benedito C. Andrade Junior, José Domingos Ardisson, Leandro R. de Lemos e Sandra M. Damasceno

Resumo: O óleo da macaúba (Acrocomia aculeata), uma palmeira nativa do Brasil, tem um potencial real para a produção industrial de biodiesel. Este trabalho descreve um trabalho experimental dedicado a monitorar o comportamento químico dos ésteres metílicos de ácidos graxos do óleo da semente de macaúba e a lixiviação de elementos metálicos no biodiesel colocado em contato com os aços carbono ASTM A283 grau C e API X65, usados para construir tanques de armazenamento de combustível e oleodutos de biodiesel. 

Os valores médios do teor de ésteres apontam que a precisão analítica das medições de absorção atômica não foi suficiente para sustentar uma interpretação estatisticamente confiável da lixiviação química dos metais no biodiesel; um conjunto mais preciso de dados deve ser obtido com técnicas analíticas químicas mais sensíveis. 

A partir dos dados de Mössbauer, a superfície dos aços não galvanizados em contato com este biodiesel por até 105 dias tendem a ser protegidos contra a maioria das reações oxidativas mesmo em contato direto com o ar, embora pouca quantidade de magnetita (Fe3O4) tenha sido detectada.

Para ter acesso ao artigo completo, clique aqui.

Fonte: Scielo

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