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Projeto Origens Brasil recebe prêmio da ONU

sexta-feira, junho 28, 2019

premio-fao-origens-brasil-indígenas (Foto: Divulgação/ FAO)
A coordenadora do Origens Brasil no Imaflora, Patrícia Cota Gomes, agradece o prêmio recebido pela iniciativa (Foto: Divulgação/ FAO)

Iniciativa do Imaflora e do Instituto Socioambiental foi reconhecida durante conferência para agricultura e alimentação da FAO, em Roma

O Projeto Origens Brasil recebeu o Prêmio Internacional de Inovação para a Alimentação e Agricultura Sustentáveis da ONU, durante a 41ª Conferência da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Roma, na Itália, onde fica a sede da organização.

A premiação, entregue ontem (26/6), tem como objetivo reconhecer inovações que sejam capazes de contribuir para a transformação dos sistemas alimentares, reduzir a fome mundial e manter a segurança alimentar da agricultura de família.

Concebido pelo Imaflora e pelo Instituto Socioambiental (ISA), o Origens Brasil é uma rede de articulação multissetorial - inclui produtores, empresas e consumidores -, financiada pelo Fundo Amazônia, que visa mudar a forma convencional de se fazer negócios com produtos da sociobiodiversidade brasileira, estimulando negócios mais éticos e transparentes.

“O prêmio concedido pela FAO tem um significado muito especial, é um reconhecimento importantíssimo para os povos da floresta e para a valorização da economia de baixo carbono, principalmente considerando o momento atual que o Brasil está passando, de fortes ameaças às políticas socioambientais já conquistadas”, declarou a coordenadora do Origens Brasil no Imaflora, Patrícia Cota Gomes, durante a cerimônia de entrega do prêmio.

Além do Origens Brasil, a Practical Action Bangladesh foi co-vencedora do prêmio. A FAO prestigia iniciativas inclusivas e de baixo carbono com essa premiação.

Outras organizações comunitárias que fazem parte da mesma rede que o Origens Brasil também foram premiadas pela ONU, como o óleo de pequi da Associação Indígena Khisêtje, do Parque Indígena do Xingu, e o trabalho com o mel feito pela Associação Terra Indígena do Xingu (Atix).

Fonte: Revista Globo Rural

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