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Integração dos processos de extração líquido-líquido e pervaporação para desacidificação do óleo de macaúba (Acrocomia aculeata).

quarta-feira, maio 08, 2019

Resultado de imagem para ÓLEO DE MACAÚBA (Acrocomia aculeata)

Autores: Costa, P. A. da; Moura, C.; Cabral, L. M. C.; Freitas, S. P.

Resumo: O consumo de óleos vegetais comestíveis vem apresentando um elevado crescimento (acima de 20%) comprometendo os estoques mundiais deste produto. Os frutos da palmeira macaúba apresentam um grande potencial para suprir a demanda de óleos vegetais para o setor energético graças a sua elevada produtividade no campo. O aumento na acidez do óleo deve ser evitado uma vez que os ácidos graxos livres (AGL) são mais suscetíveis à oxidação do que os triglicerídeos (TG). 

A desacidificação pelo processo de extração liquido-liquido (ELL) vem despertando interesse devido às vantagens que apresenta se comparado ao refino físico ou químico (reduzido consumo energético e uso de tratamentos mais brandos). Os objetivos deste trabalho foram: selecionar os parâmetros do processo de desacidificação do óleo de macaúba por meio do fracionamento dos AGL com etanol hidratado e avaliar a aplicação do processo de pervaporação para recuperação do solvente. As condições operacionais (temperatura, teor de água no etanol, número de estágios e razão solvente/substrato) foram selecionadas usando-se um planejamento fatorial completo. A acidez foi avaliada por titulação com NaOH de acordo com método oficial da AOCS. 

Os resultados obtidos são promissores uma vez que o coeficiente de partição dos AGL foi igual a 8, em um único estágio de fracionamento. A pureza do etanol recuperado por pervaporação indicou uma elevada eficiência de separação entre os compostos lipídicos e o solvente utilizado.

Para ter acesso ao artigo completo, clique aqui.

Fonte: Embrapa

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