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Centro da ONU promove seminário em Brasília sobre economia rural sustentável

terça-feira, maio 14, 2019

Produtor rural no semiárido. Foto: EBC
Semiárido brasileiro. Foto: EBC
O Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), o Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e o Environmental Defense Fund (EDF) promovem esta semana (14 e 15) em Brasília (DF) seminário sobre oportunidades de negócios para uma economia rural sustentável. O evento reunirá especialistas internacionais, representantes do governo brasileiro e do setor privado.

O “Seminário Internacional Oportunidades de Negócios para uma Economia Rural Sustentável:a contribuição das florestas e da agricultura” tem como objetivo explorar novas oportunidades de negócios sustentáveis ​​para o setor rural brasileiro, bem como identificar desafios e estratégias para desenvolvê-las.

O Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), o Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e o Environmental Defense Fund (EDF) promovem esta semana (14 e 15) em Brasília (DF) seminário sobre oportunidades de negócios para uma economia rural sustentável. O evento reunirá especialistas internacionais, representantes do governo brasileiro e do setor privado.

O “Seminário Internacional Oportunidades de Negócios para uma Economia Rural Sustentável:a contribuição das florestas e da agricultura” tem como objetivo explorar novas oportunidades de negócios sustentáveis ​​para o setor rural brasileiro, bem como identificar desafios e estratégias para desenvolvê-las.

As ameaças urgentes de mudança do clima, perda de biodiversidade e degradação ambiental, combinadas com as crescentes demandas globais por alimentos, combustíveis e fibras, criam grandes oportunidades e desafios econômicos para o setor rural. O Brasil, como um dos principais produtores agrícolas do mundo e administrador da maior floresta tropical, já diminuiu suas emissões de carbono mais do que qualquer outro país, por meio de políticas para reduzir o desmatamento na Amazônia.

No contexto do Acordo de Paris sobre as mudanças do clima e das crescentes preocupações públicas e privadas sobre sustentabilidade ambiental, especialistas discutirão três principais oportunidades relacionadas ao desenvolvimento de uma economia rural sustentável, durante o seminário:

1) Investimentos multilaterais já estão sendo canalizados para o Brasil e outros países como compensação pela mitigação das mudanças do clima por meio de reduções no desmatamento. O seminário discutirá a melhor maneira de aumentar os investimentos em outras medidas de conservação florestal.

2) As principais empresas e governos internacionais estão cada vez mais comprometidos com a eliminação do desmatamento em suas cadeias de fornecimento e com o suprimento de commodities agrícolas, produtos de madeira e biocombustíveis de áreas que atendam a esses requisitos. O seminário debaterá como o país poderia se posicionar como uma região de abastecimento sustentável e preferencial.

3) À medida que os sistemas de comércio de emissões (emission trading systems – ETS) amadurecem, como ocorre em Europa, Califórnia (EUA), China e no setor de aviação internacional, e que a cooperação internacional em mudança do clima se expande sob o Acordo de Paris, o seminário busca refletir se o Brasil pode potencialmente se engajar nesses sistemas. Os desafios incluem ainda o aprimoramento das políticas de comando e controle e a criação de incentivos, instituições e legislações econômicas apropriadas.

O primeiro dia do Seminário se concentrará em discutir as oportunidades de negócios potenciais que o Brasil pode desenvolver a partir dos mercados emergentes de carbono e suas limitações, de cadeias de fornecimento sustentáveis ​​e de novos investimentos multilaterais vinculados a resultados ambientais.

No segundo dia, os especialistas irão explorar como o país pode aproveitar essas novas oportunidades de negócios utilizando e melhorando políticas públicas existentes. Os painéis se concentrarão no Código Florestal brasileiro e nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) sob o Acordo de Paris. Os especialistas também investigarão como o crédito rural pode fomentar a produção agrícola, a proteção ambiental e o feedback biofísico da proteção florestal na agricultura.


Fonte: Nações Unidas

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