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Aditivos alimentares: seguros e necessários

segunda-feira, março 18, 2019


A ideia de que os aditivos alimentares são perigosos para a saúde é um mito. Segundo especialistas de todo o mundo, essas substâncias, além de oferecerem múltiplas vantagens aos consumidores, são totalmente seguras para o corpo. Quando são adicionados aos alimentos, ajudam a manter sua frescura, sabor, textura e aparência, desde sua fabricação até o momento em que são ingeridos. Graças a eles, os diferentes produtos são mantidos em boas condições durante toda a cadeia de produção, exposição e venda ao público.

Embora muitos venham sendo usados há séculos para preservar produtos como vinho, peixe ou geleias, com o tempo surgiram novas variedades que são obtidas de plantas, animais, minerais ou através de processos sintéticos.

Todos os aditivos alimentares que são usados atualmente foram submetidos a processos de avaliação meticulosos para confirmar que são totalmente seguros para o consumo humano. O organismo internacional responsável por essa avaliação é o Comitê Conjunto de Especialistas em Aditivos Alimentares da FAO/OMS (JECFA, na sigla em inglês), conformado por cientistas de todo o mundo, especialistas em várias disciplinas relacionadas à segurança alimentar, como toxicologia, nutrição ou epidemiologia, entre muitas outras.

Desde 1956, o JECFA avaliou mais de 2.600 aditivos alimentares e somente aqueles cuja segurança foi confirmada foram aprovados para uso na preparação de alimentos e bebidas. Por sua vez, a Comissão do Codex Alimentarius, órgão conjunto da Organização C o p a da Saúde e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação, é responsável por definir os níveis máximos de aditivos que podem ser adicionados a diferentes produtos para garantir sua segurança.

"Embora muitas pessoas acreditem que os aditivos alimentares são perigosos, o realmente perigoso são as toxinas naturais dos alimentos, assim como a comida estragada", explica Josef Schlatter, toxicologista e membro do JECFA. De fato, aditivos como o ácido ascórbico, que ajuda a prevenir a proliferação microbiana, são necessários para manter as qualidades naturais e a frescura dos alimentos.

"O público pode se sentir tranquilo consumindo aditivos alimentares", aponta Dr. Orish Ebere, professor de farmacologia e toxicologia e membro do JEFCA. "Os especialistas da Organização C o p a de Saúde e do JEFCA trabalham arduamente para garantir que os alimentos com aditivos sejam perfeitamente seguros para a saúde".

Dados apresentados da JECFA, um comitê internacional de especialistas e Sobre Salud en Corto; e da Salud en Corto é uma organização não governamental formada por uma equipe multidisciplinar de especialistas em saúde e nutrição, cujo objetivo é disseminar a cultura de prevenção da saúde e promoção do bem-estar da população latino-americana através de informações confiáveis sobre as ciências médicas.

Fonte: SEGS

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