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Escolha da semente marca momento decisivo do produtor entre boas práticas agrícolas

quinta-feira, outubro 25, 2018



Na fase mais crítica do cultivo, opção por semente certificada e tratada pela indústria traz maior proteção contra pragas e doenças

pré-plantio é uma etapa fundamental para o produtor exercer uma das boas práticas agrícolas: a escolha da semente adequada.  É um momento-chave, onde a decisão certa pode ajudar a proteger o investimento e garantir a máxima produtividade no final da colheita.
Benefícios do tratamento de semente industrial
Além da garantia de sementes certificadas, quando adquiridas da indústria, o produtor ainda pode optar pelo tratamento industrialdestas sementes, cuja prática apresenta, entre outras vantagens, a proteção da cultura no momento em que ela está mais suscetível ao ataque de pragas e doenças, ajudando a reduzir aplicações de inseticidas ao longo do cultivo. Isso significa maior comodidade e menor custo.
O tratamento com alta tecnologia pela indústria evita danos fisiológicos na semente, já que a qualidade é testada por uma equipe especializada, por meio de estudos de compatibilidade e testes químicos com maquinário e laboratório adequado. “Por ser complexo, o tratamento exige profissionais certificados, além de maquinário e locais adequados para manipulação e armazenagem”, explica Júlio César Fatoretto, gerente de Desenvolvimento Técnico LATAM da Syngenta. Tudo isso garante a sua eficiência, vigor e germinação, assegurando a proteção do investimento feito pelo produtor na semente contendo biotecnologia.
Problemas com sementes piratas
A venda de sementes ilegais através do mercado informal e sem certificado de origem e validade, representa perdas anuais de R$ 2,5 bilhões para o agronegócio brasileiro, segundo a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem).
Os riscos fitossanitários são altos. Sem conhecer a procedência, o produtor pode acabar plantando uma cultivar diferente da que lhe foi vendida e ter uma safra comprometida por pragas doenças, baixa produção e perda de qualidade, ou seja, com uma série de prejuízos. “O agricultor deve considerar a semente com biotecnologia como um investimento que está protegido e que trará os resultados em produtividade no final da colheita”, explica Fatoretto.
Biotecnologia a favor
É com a certeza de uma semente com origem certificada e tratada adequadamente que o produtor pode começar o plantio com mais segurança. E o uso da biotecnologia é essencial neste momento.
A Syngenta possui em seu portfólio o Agrisure Viptera, biotecnologia presente em híbridos que permite aos produtores proteção contra o mais amplo espectro de pragas, como as lagartas, em todos os estágios. “Quando aliada ao refúgio e demais boas práticas, essa biotecnologia reduz a necessidade de aplicações de inseticidas ao longo do ciclo e proporciona proteção principalmente contra as lagartas de difícil controle”, diz Fatoretto.
Agrisure Viptera é hoje a melhor e mais eficiente biotecnologia disponível para o controle das principais lagartas na cultura do milho. Outras empresas têm, inclusive, licença da Syngenta para comercialização desse conhecimento científico em seus produtos. ”As boas práticas vêm para somar e preservar a eficiência da biotecnologia, uma das maiores aliadas do produtor”, diz Fatoretto.
Fonte: Portal Syngenta

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