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Eucalipto: demanda por biomassa pode triplicar área de cultivo em MT

segunda-feira, setembro 24, 2018

As lavouras e as áreas de pastagens, de forma tímida, dividem espaço com a plantação de eucalipto em Mato Grosso. São cerca de 187 mil hectares, concentrados principalmente  sudeste, centro-sul e médio-norte do estado.
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No passado, nem todos os produtores que apostaram na atividade, ficaram satisfeitos com os resultados. Entre os motivos, segundo os especialistas, a distância entre o campo de produção e o mercado consumidor, e o tipo de tecnologia adotada para o plantio. Entretanto o cenário para os próximos anos, promete ser mais seguro e atrativo.
Fausto Takizawa, que é secretário-geral da Associação de Reflorestadores de Mato Grosso, explica que com a instalação de novas agroindústrias no estado, principalmente as de etanol de milho, a demanda pelo eucalipto tem crescido e tende a avançar ainda mais. O produto é utilizado como biomassa nas usinas que processam o biocombustível.
O representante da Arefloresta ressalta que há uma concentração destas indústrias nas regiões norte e médio-norte do estado. Ou seja, o aquecimento da demanda deve ter destaque por lá, e – consequentemente – há interesse e necessidade de fomentar o plantio de eucalipto em locais próximos a essas agroindústrias.
Caso todos projetos de instalação de novas indústrias de etanol de milho sejam concretizados, a expectativa é de que nos próximos 10 anos a área destinada ao cultivo de eucalipto cresça cerca de 500 mil hectares em Mato Grosso. Vale lembrar ainda, que outras cadeias produtivas também podem aumentar a demanda pela biomassa, como por exemplo as sementeiras e as indústrias de esmagamento de grãos.
O eucalipto leva entre 5 e 6 anos para ficar pronto para a colheita. A produtividade média gira em torno de 30 a 40 metros cúbicos por hectare/ano.
 FONTE: CANAL RURAL

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