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Como levar a pesquisa e a ciência para o consumidor final sobre o agro?

sexta-feira, setembro 07, 2018


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Como ficará a pesquisa sobre o agronegócio sob o movimento das próximas eleições?
Ciro Gomes não foi ao Encontro com os Presidenciáveis na Confederação Nacional da Agropecuária (CNA), realizado no dia 29 de agosto, porque foi vetado pela vice, Katia Abreu, em racha com os atuais líderes.
Bolsonaro também não foi, pois o agronegócio não é uma coisa só, vai desde ultra reacionários até segmentos avançadíssimos com projetos ao lado de ONGs.
Alckmin tem Ana Amélia, estudiosa do agro. Álvaro Dias tem Paulo Rabello de Castro, economista competente no agro, e Marina Silva acabou de adotar integração Lavoura, Pecuária e Floresta (iLPF) como símbolo do novo agronegócio.
A Embrapa está escolhendo seu novo presidente… quais são os mitos e fatos dessa área que é vital para o êxito do agronegócio do presente que vai ao futuro?
Fonte: fotospublicas.com
Foto: Antonio Costa
Como ficará o destino da pesquisa sobre o agronegócio no Brasil?
Nesta quinta-feira, 30 de agosto, na Universidade de São Paulo, acontecerá o Seminário do PENSA, batizado de MIRA – Mesa dos Incômodos Reinantes no Agro. Será um lugar para discutir de frente o que realmente incomoda. O 1° MIRA abordará a questão do Sistema Brasileiro da Pesquisa Agrícola.
O Dr. em agronomia, Joaquim Machado, pesquisador, geneticista, e professor do Programa Interunidades de Biotecnologia da USP, tem uma vasta experiência internacional, tendo passado por grandes corporações multinacionais. Ele estará presente no Seminário e trará uma visão moderna e disruptiva desses destinos.
A coordenação dos debates será feita pelo Prof. Decio Zylbersztajn, com a minha participação.
Será possível competirmos com a pesquisa oficial do Brasil perante as convergências dos maiores grupos mundiais reunidos, como Syngenta e Adama com a China, Bayer adquirindo Monsanto, Dow e Dupont formando a Corteva, onde já havia a Pioneer, líder de sementes. A Basf integrando partes de sementes que eram da Bayer  a UPL (indiana) adquirindo a Arysta. No campo da genética animal da mesma forma, sob comando de 3 organizações globais.

O que fazer perante os conhecimentos já gerados em 30 anos, ainda sendo mal aplicados e utilizados por boa parte dos produtores rurais? Falta mais extensão rural?


Como levar a ciência para o consumidor final, que é bombardeado com informações, onde partes são fake news, condenando o saber científico à coisa do diabo, como a genética, os químicos, os antibióticos, os fertilizantes e a mecanização?
Precisaremos cada vez mais de cientistas e de competência comunicacional? Como seria a gestão moderna da pesquisa no Brasil?
É hora de debater sobre mitos e fatos do agronegócio.

Fonte: AgroSuperação 

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