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Baculovírus consegue registro em tempo recorde

quinta-feira, setembro 06, 2018


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AgBiTech registrou em apenas 7 meses um vírus de combate a lagartas

A empresa AgBiTech conseguiu registrar um baculovírus de combate a Spodoptera frugiperda e Chrysodeixis includens em um período de sete meses, que é considerado um tempo recorde no Brasil e também no mundo. De acordo com Paula Marçon, engenheira agrônoma, doutora em entomologia e responsável pela pesquisa, descoberta, desenvolvimento e lançamentos de produtos da AgBiTech, o Brasil sempre foi um dos últimos países a registrar seus produtos e hoje conseguiu um feito diferenciado. 
“Tivemos uma surpresa extremamente positiva e agradável de termos conseguido um recorde não só no Brasil, mas no mundo, de registro de um produto biológico em sete meses, é o menor tempo de registro e foi conseguido pelo Brasil”, comenta. 
Nesse cenário, ela afirma que foi um conjunto de fatores que conseguiu proporcionar que a AgBiTech conseguisse o tempo recorde para o registro desse baculovírus. Dentre esses fatores, ela cita a necessidade do mercado de se adaptar ao uso de soluções mais sustentáveis e também o foco da empresa, que é totalmente voltado para a ciência e pesquisa e tenta disponibilizar o que de melhor tecnologicamente está disponível no mercado atualmente. 
“Alcançar esse resultado foi uma combinação de coisas. Foi absolutamente um mercado que está se tornando consciente dessa necessidade, é um caminho sem volta, toda a comunidade científica do Brasil está chegando à conclusão de que o uso de ferramentas mais sustentáveis está acontecendo. Mas também é o fato de aparecer uma empresa com um comportamento voltado totalmente com a ciência”, explica. 
A AgBiTech está lançando quatro lagarticidas à base de baculovírus, para uso nos principais sistemas de produção brasileiros. Os produtos Armigen, Cartugen, Chrysogen e Surtivo Soja, em fase inicial de comercialização, agem no controle biológico de lagartas como Spodopteras, Helicoverpa armigera e Chrysodeixis includens, nas culturas de algodão, feijão, soja, entre outras. Outros dois novos produtos, que controlam também a lagarta Spodoptera eridania, têm lançamento previsto para a safra 2019-20.
Créditos das imagens: Rafael Cavalli.
A empresa AgBiTech conseguiu registrar um baculovírus de combate a Spodoptera frugiperda e Chrysodeixis includens em um período de sete meses, que é considerado um tempo recorde no Brasil e também no mundo. De acordo com Paula Marçon, engenheira agrônoma, doutora em entomologia e responsável pela pesquisa, descoberta, desenvolvimento e lançamentos de produtos da AgBiTech, o Brasil sempre foi um dos últimos países a registrar seus produtos e hoje conseguiu um feito diferenciado. 
“Tivemos uma surpresa extremamente positiva e agradável de termos conseguido um recorde não só no Brasil, mas no mundo, de registro de um produto biológico em sete meses, é o menor tempo de registro e foi conseguido pelo Brasil”, comenta. 
Nesse cenário, ela afirma que foi um conjunto de fatores que conseguiu proporcionar que a AgBiTech conseguisse o tempo recorde para o registro desse baculovírus. Dentre esses fatores, ela cita a necessidade do mercado de se adaptar ao uso de soluções mais sustentáveis e também o foco da empresa, que é totalmente voltado para a ciência e pesquisa e tenta disponibilizar o que de melhor tecnologicamente está disponível no mercado atualmente. 
“Alcançar esse resultado foi uma combinação de coisas. Foi absolutamente um mercado que está se tornando consciente dessa necessidade, é um caminho sem volta, toda a comunidade científica do Brasil está chegando à conclusão de que o uso de ferramentas mais sustentáveis está acontecendo. Mas também é o fato de aparecer uma empresa com um comportamento voltado totalmente com a ciência”, explica. 
A AgBiTech está lançando quatro lagarticidas à base de baculovírus, para uso nos principais sistemas de produção brasileiros. Os produtos Armigen, Cartugen, Chrysogen e Surtivo Soja, em fase inicial de comercialização, agem no controle biológico de lagartas como Spodopteras, Helicoverpa armigera e Chrysodeixis includens, nas culturas de algodão, feijão, soja, entre outras. Outros dois novos produtos, que controlam também a lagarta Spodoptera eridania, têm lançamento previsto para a safra 2019-20.
Créditos das imagens: Rafael Cavalli.
Fonte: AgroLink

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