/*

Buscar

Fundo internacional contra mudanças climáticas apoia índios e quilombolas brasileiros

segunda-feira, junho 19, 2017

Crédito Credito DGM Brasil/Divulgacao
Povos indígenas, comunidades quilombolas, geraizeiros e agricultores familiares de áreas de cerrado em Minas Gerais foram incluídos em um programa internacional que tem como objetivo fortalecer práticas conservacionistas no Brasil e em outros 14 países da América Latina, África e Ásia: o comitê DGM Global (Mecanismo de Doação Dedicada a Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais). A articulação é financiada por um fundo formado por países ricos, que visa a incentivar populações tradicionais que desenvolvem ações voltadas para o combate às mudanças climáticas e para a redução da temperatura do planeta, conforme o Acordo de Paris, firmado em dezembro de 2015, na Conferência do Clima (COP 21).

Com duração de cinco anos, o fundo apoiará projetos que evitem o desmatamento e a degradação do cerrado, promovendo a conservação dos recursos naturais ao mesmo tempo em que incentiva a inclusão social. Por meio dos projetos serão promovidas também ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. As ações do DGM Brasil têm como agência executora nacional o Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA/NM), sediado em Montes Claros, escolhido para coordenar as ações por meio de edital.

Como parte do programa, o Norte de Minas recebeu a visita de representantes de comunidades tradicionais apoiadas pelo DGM Global no Brasil e em outros oito países latino-americanos – Nicarágua,  Colômbia,  Guatemala, Costa Rica, Panamá, México, Peru e Equador –, além de Moçambique, na África. O grupo chegou ao Norte de Minas na quinta-feira, com o objetivo de trocar experiências e discutir questões ligadas às mudanças climáticas com comunidades tradicionais e indígenas da região, onde permanece até segunda-feira.

Fonte: EM

Curta nossa página no Facebook!

Veja também:

0 comentários

Agradecemos seu comentário!

Categorias

Total de visualizações de página