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Empresas têm de ser sustentáveis ou nem existem, diz Paulo Vaz

segunda-feira, maio 29, 2017

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Paulo Vaz não poupa nas palavras e considera que hoje “a sustentabilidade é o que foi a qualidade há 10 anos atrás: ou se observa ou a empresa nem sequer existe no mercado”. A declaração do director-geral da ATP foi feita a propósito do projecto Green Textiles Club, que durou dois anos e que termina esta quarta-feira com a apresentação de um guia de boas práticas, numa sessão que decorrerá no Citeve, em Famalicão, e que será encerrada pelo próprio Paulo Vaz.
“A sustentabilidade é uma das prioridades estratégicas da Indústria Têxtil e Vestuário portuguesa para a próxima década”, afirma Vaz, acrescentando que “as empresas do sector já têm esta preocupação há muito e o facto de Portugal ser um país da União Europeia, cumprindo escrupulosamente todas as diretivas neste domínio, garante estar entre os mais exigentes standards do mundo”.
Na opinião do director-geral da ATP, “falta agora transformar esta genuína atenção à sustentabilidade (ambiental, social e económica) num argumento adicional de marketing e comunicação que torne as empresas portuguesas ainda mais competitivas nos segmentos de mercado em que estamos e queremos desenvolver”.
O Green Textiles Club, diz, aparece assim como um projeto piloto de estímulo a que a generalidade da indústria nele se integre, pois nele pode encontrar valor, reforço da reputação e novas oportunidades de negócio. “Hoje, a sustentabilidade é o que foi a qualidade há 10 anos atrás: ou se observa ou a empresa nem sequer existe no mercado”, conclui.
Numa espécie de balanço, Ana Paula Dinis, responsável do projecto, lembra que o Green Textiles Club tinha como principais objetivos promover, reconhecer e disseminar as práticas das empresas têxteis e vestuário portuguesas, através da implementação de referenciais internacionais reconhecidos nesta área, como a certificação STeP by OKO-TEX e a certificação ISO 9001:2015.
“Pretendíamos ainda promover a partilha destas boas práticas entre os membros do Green Textiles Club, o que acabou por acontecer através da realização de várias sessões conjuntas dos membros deste clube”. Algumas destas boas práticas fazem parte do guia que será apresentado esta quarta-feira, no Citeve.
Este projeto, confinando pelo Portugal 2020, fundo FEDER, tinha a duração de 24 meses, tendo o seu fim previsto a 31 de Maio de 2017. “O interesse manifestado pelas empresas neste projeto foi crescendo ao longo deste período e, infelizmente, acabámos por ser obrigados a recusar a participação de algumas que manifestaram interesse mais tardiamente, pois não seria possível concluir o seu processo de certificação dentro do prazo”, esclarece Ana Paula Dinis.
As expectativas iniciais mais otimistas apontavam para o envolvimento de 15 empresas, mas o projecto foi concluído com 17 empresas, sendo que algumas delas fizeram a dupla certificação (STeP e ISO 9001:2015). “Isto só foi possível devido a um intenso trabalho por parte de todos os envolvidos, em particular das empresas e dos seus colaboradores”, diz.
Eis o programa do seminário final do projeto Green Textiles Club:
16h00 – Sessão de Abertura (Paulo Vaz, ATP)
16h15 – Green Textiles Club: balanço do projeto (Ana Paula Dinis, ATP)
16h30 – Boas Práticas de Sustentabilidade  – Apresentação do Guia (Assunção Mesquita, CITEVE)
17h00 – Testemunhos de empresas
17h30 – Debate
17h45 – Sessão de Encerramento (Paulo Vaz, ATP)
Promovido pela ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, o GREEN TEXTILES CLUB conta com o apoio técnico do CITEVE (Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal) e apoio financeiro do Portugal 2020 e FEDER (Programa Operacional Competitividade e Internacionalização, no montante de 264 mil euros, dos quais 145 mil euros são provenientes do FEDER).

Fonte: Jornal T

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