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Recuperação de pastagens degradadas é primeira prioridade do Plano ABC

sexta-feira, setembro 30, 2016

Grupo responsável pela ação estabelceu ordem primordial de sete atividades

O grupo gestor do Plano ABC-SP - sobre baixa emissão de carbono na agricultura - definiu, na última quinta-feira (22), as prioridades para a execução da iniciativa e considerou o que é mais factível dentre os sete programas previstos.

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A recuperação de pastagens degradadas foi eleita como a primeira prioridade, sendo a divulgação de políticas públicas para o setor produtivo a primeira ação a ser realizada. A segunda prioridade será a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e os Sistemas Agroflorestais (SAFs), com a campanha de divulgação como tarefa primordial.

Segundo o responsável pela Assessoria Técnica da Secretaria, José Luiz Fontes, a escolha de prioridades “não significa que vamos abandonar um ponto por causa do outro”.

Lista de prioridades dos sete programas:
1ª – Recuperação de pastagens degradadas

2ª – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e Sistemas Agroflorestais (SAFs)

3ª – Plantio direto

4ª – Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN)

5ª – Florestas plantadas

6ª – Tratamento de dejetos animais

7ª – Adaptação às mudanças climáticas

As ações estão de acordo com o Plano ABC nacional e visam o cumprimento das metas de redução de carbono estabelecidas pela COP-21, a conferência do clima, realizada em Paris, em 2015. Para o Brasil, o Plano ABC coloca ações como recuperar 15 milhões de hectares de pastagens degradadas por meio do manejo adequado e adubação; aumentar a adoção de sistemas de ILPF e SAFs em 4 milhões de hectares; ampliar a utilização do Sistema Plantio Direto (SPD) em oito milhões de hectares; e ampliar a Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) em 5,5 milhões de hectares.

A fase estadual prevê o aumento de Sistemas de Plantio Direto e de Cultivo Reduzido em 1 milhão de hectares, estimando uma redução de 2,25 milhões de toneladas de CO2 equivalente; aumento de áreas com FBN em 800 mil hectares, estimando uma redução de 1,45 milhões de toneladas de CO2 equivalente; incremento na área de florestas plantadas da ordem de 50 mil hectares por ano, totalizando até 2020, 200 mil hectares; aumentar áreas com ILPF em 200 mil hectares, estimando uma redução de 1 milhão de toneladas de CO2 equivalente; e recuperar 6,1 milhões de hectares de pastagens degradadas ou em início de degradação.

As ações estão de acordo com o Plano ABC nacional e visam o cumprimento das metas de redução de carbono estabelecidas pela COP-21 (Foto: reprodução)
Fonte: Feed&Food

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