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Avaliação da redução dos teores de acidez no óleo da polpa de macaúba (Acrocomia aculeata) utilizando resinas de troca iônica

sexta-feira, julho 25, 2014

Artigo publicado nos anais do Congresso Brasileiro de Macaúba, em 2013.

Pedro Prates Valério; Salvador Carlos Grande; André De Miranda Silva; Érika Cristina Cren; Maria Helena Caño Andrade 

INTRODUÇÃO 
Popularmente conhecida como macaúba, a palmeira Acrocomia aculeata (Jacq.) Lodd. ex Mart é considerada a de maior dispersão em território brasileiro. Ocorrendo durante todo o ano, sua frutificação apresenta estádio ótimo de maturação entre os meses outubro e março. À medida que seus frutos maduros se desprendem dos cachos o contato com o solo potencializa contaminações por fungos produtores de enzimas lipolíticas, favorecendo a liberação de ácidos graxos e elevação dos índices de acidez. A presença de água na polpa oleaginosa do fruto também favorece a hidrolise de triglicerídeos, diglicerídeos e monoglicerídeos (PIMENTA et al., 2012; SILVA, 2010; FARIAS, 2010). 

A macaúba se destaca em rendimento oleico (22 % da massa do fruto), ao tempo em que apresenta potencial científico, tecnológico e industrial. Em termos de composição de elementos minoritários, além de fosfolipídios, os óleos da macaúba contêm vitaminas, tocoferóis e carotenoides. Estudos envolvendo a macaúba, sob a ótica alimentícia e potencial nutracêutico, têm se mostrado cada vez mais relevantes (PIMENTA et al, 2012; FARIAS, 2010; SILVA, 2010). 

Neste sentido, e na busca por fortalecer e aperfeiçoar ações futuras de aproveitamento sustentável da macaúba, este trabalho objetiva avaliar a influência do tempo de armazenamento dos óleos sobre a hidrólise de triglicerídeos, diglicerídeos e monoglicerídeos, bem como o emprego de resinas de troca iônica para redução dos teores de acidez.

Confira mais detalhes a seguir.

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